Um ataque devastador de abelhas na zona rural de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia, resultou na perda trágica de quatro animais. O incidente ocorreu na chácara Vista Bela, situada na pacata região das Intans, deixando a proprietária e a comunidade local em estado de choque e profunda comoção.

Fotos: Revista Formosa
Uma tragédia na zona rural de Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, acendeu um alerta para produtores da região. Entre os dias 1º e 4 de maio, um ataque violento de abelhas africanizadas resultou na morte de quatro animais na Chácara Vista Bela, localizada na região das Intans. O incidente causou comoção e prejuízos financeiros significativos à proprietária, Maiara Barbosa.

De acordo com o relato colhido pela equipe da Revista Formosa, que esteve no local nesta segunda-feira (4), o enxame estava instalado nas proximidades há cerca de dez anos. Maiara afirmou ter alertado vizinhos diversas vezes sobre o risco, solicitando a remoção da colmeia, já que os animais pastavam próximos à divisa.
Cronologia da fatalidade

Mariano França, que acompanhou a reportagem, reforçou a necessidade de vigilância: “É preciso agir antes que aconteça o pior”.
O ataque ocorreu na sexta-feira (1º) com extrema agressividade. No momento, Maiara cumpria compromissos na sede do município. Seu filho, ao chegar à propriedade, tentou desesperadamente socorrer os animais abrindo cancelas para facilitar a fuga, mas o volume de picadas foi fatal.
Um cavalo de vaquejada morreu no sábado (2). No domingo (3), uma égua, também de competição, não resistiu. A contagem de perdas encerrou-se nesta segunda-feira (4) com a morte de uma ovelha e um cachorro. O médico veterinário Túlio (Dr. Túlio de Pipio) prestou auxílio médico, mas a gravidade do envenenamento tornou a recuperação impossível.
Prevenção e Alerta

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente foi acionada e realizou a retirada das abelhas no sábado (2), eliminando o risco imediato. Visivelmente abalada, Maiara Barbosa deixou um apelo aos produtores rurais para que busquem soluções preventivas ao identificar colmeias, sem esperar por uma tragédia.
Fonte: Revista Formosa


