Want to Partnership with me? Book A Call

Popular Posts

Dream Life in Paris

Questions explained agreeable preferred strangers too him her son. Set put shyness offices his females him distant.

Categories

Edit Template

”Secretaria” de Alagoinhas receita 3 horas de b#c3ta


A Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha, em Pernambuco, instaurou uma investigação interna após a imagem de uma suposta receita médica com teor obsceno viralizar nas redes sociais. O documento trazia a prescrição de “3 horas de bcta” utilizando o carimbo de uma profissional da rede municipal.

Em nota, a pasta informou que a servidora não assinou e nem autorizou o uso de seus dados, apontando indícios de montagem digital ou uso indevido do carimbo por terceiros.

Notícias do Brasil – Uma polêmica envolvendo o compartilhamento de uma suposta guia de prescrição médica virou alvo de uma investigação administrativa e jurídica no Nordeste. A Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha, localizada no estado de Pernambuco, abriu um procedimento interno para apurar a autoria de um receituário que continha termos de cunho sexual e obsceno em sua descrição de tratamento.

Carimbo utilizado sem assinatura
O documento em questão começou a circular massivamente em grupos de mensagens e páginas de entretenimento, trazendo a indicação manuscrita de “3h de buceta” como se tivesse sido emitido em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município pernambucano. O papel exibia o carimbo profissional de uma técnica da rede de saúde, o que gerou repercussão negativa imediata.

Em posicionamento oficial, a Secretaria de Saúde de Alagoinha esclareceu de forma contundente que a profissional cujo nome aparece no carimbo não possui qualquer ligação com o episódio. A nota técnica destaca que o documento não conta com a assinatura física da servidora, elemento indispensável para validar qualquer receita na rede pública de saúde.

A principal linha de investigação apura se a imagem se trata de uma montagem digital ou se houve o furto e uso indevido do carimbo físico por terceiros sem a anuência da funcionária. A prefeitura classificou o episódio como um ato de “linguagem inadequada e totalmente dissociada de uma prescrição médica”, que fere as diretrizes éticas e de atendimento da administração local.

Compartilhar Artigo

Bahia Formosa

seu site de noticia

© 2026 Created with P.T.B.I LTDA