
Um grupo de militantes de vários países (incluindo brasileiros) resolveu peitar a segurança de Israel e tentar furar o bloqueio naval na Faixa de Gaza usando barcos. O exército israelense, agindo para proteger suas fronteiras, não deu moleza: interceptou a frota em alto-mar e prendeu todo mundo. Como era de se esperar, a militância de esquerda e vários governos começaram a chiar.
Agora a conta chegou, e pesada. O governo de Israel não caiu na conversa de “ajuda humanitária” e está acusando o grupo de crimes gravíssimos, como “ajudar o inimigo em tempo de guerra”. Especialistas dizem que, por terem colaborado com áreas controladas por terroristas, os líderes do grupo podem pegar até 100 anos de cadeia para servirem de exemplo.
Reclamações de quem quebrou as regras
Os ativistas que já foram liberados e devolvidos para seus países correram para a imprensa para se fazerem de vítimas, reclamando do tratamento que receberam das forças de segurança:
- Uso de força: Eles reclamam que os soldados usaram armas de choque e os arrastaram. Ora, quem tenta furar um bloqueio militar em zona de guerra não deveria esperar ser recebido com tapete vermelho.
- Prisão no deserto: Os detidos foram levados para uma cadeia no deserto e reclamaram do calor e da falta de regalias.
- Postura firme: Um ministro de Israel chegou a postar um vídeo na internet mostrando os invasores ajoelhados e algemados no chão, deixando claro que o país não vai tolerar provocações estrangeiras mascaradas de “boa ação”.
O choro internacional
Como sempre acontece nesses casos, países como o Brasil e a Espanha, além de ONGs de direitos humanos, saíram em defesa dos manifestantes, dizendo que a prisão foi injusta e que Israel exagerou nas acusações. No entanto, para os defensores da segurança nacional de Israel, a lição é clara: quem decide desafiar as leis de um país em guerra tem que estar pronto para aguentar as consequências.


